A casa de Baltasar

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O coelho Baltasar e a sua esposa viviam, como todos os coelhos, numa toca à beira de um lago. O que se compreende porque, como são animais um pouco medrosos e tímidos, é debaixo da terra que se sentem mais seguros, especialmente quando há mau tempo, tempestades, trovoadas, frio. Continuar a ler

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A casa de madeira

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Pelo inverno, a rata Alina ouvira dizer que o seu bom velho amigo, o texugo Norberto, morava agora numa casa algures na montanha. Há muito tempo que Alina não via Norberto. Nos últimos dias, desde que a neve começara a cair, Alina pensava muito nele, na sua agradável voz resmungona, na sua presença calorosa e reconfortante e na sua grande coleção de livros, que ele muitas vezes lhe lera. Continuar a ler

Alexandre

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Era uma vez um menino chamado Alexandre que tinha um problema: quando estava a brincar, todas as crianças que andavam por perto também queriam brincar com os seus brinquedos. Se o Alexandre estivesse a brincar com um carrinho, lá vinha a Mariana a chorar e a pedir o carrinho. Mas, se o Alexandre se interessava pela bola, a Mariana mudava logo de ideias. Cansava-se do carrinho e dizia que queria… adivinhem o quê?… A bola! Continuar a ler

O caderno estragado

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Bárbara estava furiosa. Já tinha o dia inteiro estragado. Não, o ano inteiro!

Começara o novo ano escolar com cadernos novos, lápis de cor novos e uma caneta de tinta permanente novinha em folha. Tomara a resolução de anotar e aprender tudo direitinho logo desde o primeiro dia. Principalmente em Alemão. A professora Joana tinha sido tão simpática! E não é que a Doli passou o tempo a segredar-lhe ao ouvido a letra daquela canção que decorara no verão? Claro que a professora Joana disse imediatamente: Continuar a ler

Pavaroti não quer cantar

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O canário Pavaroti só cantava se ninguém estivesse a ouvir. Os pais andavam deveras preocupados por ele nunca cantar e julgavam que era por não ser capaz.Um dia, resolveram levá-lo à consulta do famoso doutor Canticorum, perito em pássaros cantadores, que o examinou a fundo para ver se descobria algum problema. O médico mandou-o abrir a boca e dizer AAAAA, e depois OOOOO, a seguir UUUUU, e também EEEEE e, ainda por fim IIIII. Continuar a ler