Porque tu existes

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A história do menino distraído

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“Distração” significa estar longe de si, como se fôssemos outra pessoa…

Um dia, conheci um rapazinho muito distraído. Parecia um besouro, sempre de nariz no ar. Esquecia-se de tal forma do que se passava à sua volta, que até se esquecia de que tinha um corpo. Borboleta que passasse, nuvem em forma de Pai Natal que planasse, e ei-lo a segui-las, de nariz ao vento e de sorriso nos lábios. Continuar a ler

Alexandre

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Era uma vez um menino chamado Alexandre que tinha um problema: quando estava a brincar, todas as crianças que andavam por perto também queriam brincar com os seus brinquedos. Se o Alexandre estivesse a brincar com um carrinho, lá vinha a Mariana a chorar e a pedir o carrinho. Mas, se o Alexandre se interessava pela bola, a Mariana mudava logo de ideias. Cansava-se do carrinho e dizia que queria… adivinhem o quê?… A bola! Continuar a ler

Célia e a água doce da infância

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Há muito, muito tempo, viviam, numa pequena casa no campo, uma mulher chamada Mara, a sua filha Célia, e um cão grande, peludo e extremamente mal-humorado, chamado Brumble.
Tal como a maioria dos cães que vivem com famílias, Brumble falava sem cessar.
Às vezes, Mara e Célia prestavam atenção; outras vezes, não.
Ao contrário de Brumble, que era um lamuriento nato, Célia estava quase sempre feliz. Daí que ficasse surpreendida quando, às vezes, via lágrimas nos olhos belos de sua mãe. Continuar a ler

Na Cadeira Mágica da Avó

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Não sei se vocês ainda têm avós. Eu já não tenho. Mas a cadeira da avó está sempre lá. Uma cadeira muito antiga, muito antiga. E eu imagino a minha avó já velhinha, sentada a balouçar para lá e para cá, a contar-me histórias fantásticas, muitas delas fazendo parte daquele mundo maravilhoso que vocês conhecem e que ela viveu muito bem. Continuar a ler